Um verdadeiro absurdo essa lei contra as santas palmadinhas nas crianças! Quem nunca tomou uma palmada para aprender que não se deve fazer algo errado? Uma criança abre o berreiro no shopping, se joga no chão, mata os pais de vergonha, e ainda assim eles têm que achar bonitinho, reclamar sem ao menos tocar na pobre criancinha? Poupe-me! Quando meus filhos vierem ao mundo não tenham dúvidas, as palmadinhas farão parte da educação deles, nem tudo se resolve à base da conversa, como diz o ditado "só aprendemos quando sofremos de alguma forma", claro que não vamos espancar as crianças, isso não se faz em hipótese alguma (mesmo quando o guri pega a sua maquiagem mais cara e faz de tinha ou lápis de cor), mas uma rica palmada engrandece o homem, ops, a criança rsrsrs
Lembro de ouvir muitas vezes, quando ia com frequencia ao Conselho Tutelar fazer materias, aquelas conselheiras dizendo que as criancas costumavam responder aos pais: ''Vou ligar para o Conselho'', cada vez que eles levantavam a voz ou ameacavam de dar uma palmada por causa de um comportamento malcriado. Logico que as conselheiras diziam que esse era o certo a ser feito. Segundo elas, nenhum adulto tem o direito de ''agredir'' uma crianca... concordo (e acho que todas concordamos) que porrada nao educa ninguem e eh errado.... mas palmadinha, por favor... Tem horas que so um tapinha na bunda resolve o berreiro no shopping que a Maria Pink falou, ou entao a birra na hora de comer ou fazer qualquer outra coisa... Pra mim isso eh lei de quem nao tem (ou nao quer) coisa melhor pra fazer. Mas gente, vamos combinar, num pais como o nosso, onde os politicos nao trabalham e nao fazem o que precisa ser feito, nao eh de se esperar que mais uma ''lei de hipocrisia'' seja aprovada. Ai, nosso presidente diz que nunca bateu num filho... Sera que eh o caso de perguntar a Dona Marisa como os filhos foram educados ou eles tiveram tanta sorte nessa vida que as criancas ''nasceram prontas''?
Hoje, no viço dos meus 24 anos, quando a temperatura cai, ainda sinto dormente o local da palmada que aos 7 me fizeram correr para debaixo da cama a fim de evitar novas bordoadas. Quem nunca apanhou por não querer tomar banho depois de um "baba", de uma nota baixa ou por pirraçar o irmão mais novo que insistia em pegar aquele seu brinquedo favorito, que atire a primeira pedra. Nem por isso me tornei um adulto violento, um ser humano frustrado. O novo Projeto de Lei proposto pelo Governo Federal, sem sombra de dúvida, fortalece o Estatuto da Criança e do Adolescente e, principalmente, o Código Penal que aborda de forma genérica (art. 136) a permissibilidade de meios de correção e disciplina não abusivos - vai entender o que o legislador quis dizer com "não abusivo". De fato, a vida reclama proteção essencial, repudiando toda e qualquer forma de deterioração de sua integridade, mas reprimir a boa e velha palmada talvez seja mais um exagero jurídico a ser inserido num ordenamento cheio de falhas e excessos. Juro que não quero ser reacionário. Tampouco sou movido por um sentimento de revanchismo (os ativistas do terceiro setor podem guardar as foices, as tochas e as pedras)... Mas, por uma questão de segurança jurídica, se cada palmada ganhar tamanha proporção, vai ser uma tempestade torrencial de ações no Judiciário, melhor dizendo, vai ser um "Deus nos acuda". E na busca de uma proteção ostensiva através de uma elaboração intensa de leis, decretos e resoluções, o sistema acaba não protegendo coisa nenhuma, pois lei é que nem dinheiro: Quanto mais se produz, mais desvalorizada fica.
Um verdadeiro absurdo essa lei contra as santas palmadinhas nas crianças! Quem nunca tomou uma palmada para aprender que não se deve fazer algo errado? Uma criança abre o berreiro no shopping, se joga no chão, mata os pais de vergonha, e ainda assim eles têm que achar bonitinho, reclamar sem ao menos tocar na pobre criancinha? Poupe-me! Quando meus filhos vierem ao mundo não tenham dúvidas, as palmadinhas farão parte da educação deles, nem tudo se resolve à base da conversa, como diz o ditado "só aprendemos quando sofremos de alguma forma", claro que não vamos espancar as crianças, isso não se faz em hipótese alguma (mesmo quando o guri pega a sua maquiagem mais cara e faz de tinha ou lápis de cor), mas uma rica palmada engrandece o homem, ops, a criança rsrsrs
ResponderExcluirMaria Pink
Lembro de ouvir muitas vezes, quando ia com frequencia ao Conselho Tutelar fazer materias, aquelas conselheiras dizendo que as criancas costumavam responder aos pais: ''Vou ligar para o Conselho'', cada vez que eles levantavam a voz ou ameacavam de dar uma palmada por causa de um comportamento malcriado. Logico que as conselheiras diziam que esse era o certo a ser feito. Segundo elas, nenhum adulto tem o direito de ''agredir'' uma crianca... concordo (e acho que todas concordamos) que porrada nao educa ninguem e eh errado.... mas palmadinha, por favor... Tem horas que so um tapinha na bunda resolve o berreiro no shopping que a Maria Pink falou, ou entao a birra na hora de comer ou fazer qualquer outra coisa...
ResponderExcluirPra mim isso eh lei de quem nao tem (ou nao quer) coisa melhor pra fazer.
Mas gente, vamos combinar, num pais como o nosso, onde os politicos nao trabalham e nao fazem o que precisa ser feito, nao eh de se esperar que mais uma ''lei de hipocrisia'' seja aprovada.
Ai, nosso presidente diz que nunca bateu num filho... Sera que eh o caso de perguntar a Dona Marisa como os filhos foram educados ou eles tiveram tanta sorte nessa vida que as criancas ''nasceram prontas''?
ps.: desculpa ai a falta de acentos...
Hoje, no viço dos meus 24 anos, quando a temperatura cai, ainda sinto dormente o local da palmada que aos 7 me fizeram correr para debaixo da cama a fim de evitar novas bordoadas. Quem nunca apanhou por não querer tomar banho depois de um "baba", de uma nota baixa ou por pirraçar o irmão mais novo que insistia em pegar aquele seu brinquedo favorito, que atire a primeira pedra. Nem por isso me tornei um adulto violento, um ser humano frustrado. O novo Projeto de Lei proposto pelo Governo Federal, sem sombra de dúvida, fortalece o Estatuto da Criança e do Adolescente e, principalmente, o Código Penal que aborda de forma genérica (art. 136) a permissibilidade de meios de correção e disciplina não abusivos - vai entender o que o legislador quis dizer com "não abusivo". De fato, a vida reclama proteção essencial, repudiando toda e qualquer forma de deterioração de sua integridade, mas reprimir a boa e velha palmada talvez seja mais um exagero jurídico a ser inserido num ordenamento cheio de falhas e excessos. Juro que não quero ser reacionário. Tampouco sou movido por um sentimento de revanchismo (os ativistas do terceiro setor podem guardar as foices, as tochas e as pedras)... Mas, por uma questão de segurança jurídica, se cada palmada ganhar tamanha proporção, vai ser uma tempestade torrencial de ações no Judiciário, melhor dizendo, vai ser um "Deus nos acuda". E na busca de uma proteção ostensiva através de uma elaboração intensa de leis, decretos e resoluções, o sistema acaba não protegendo coisa nenhuma, pois lei é que nem dinheiro: Quanto mais se produz, mais desvalorizada fica.
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